Se para ti eu fui um gosto amargo para o paladar, para mim tu fostes um pavio, bem curto.
Se para ti eu fui uma porta fechada, tu foste uma chave que permitiu abrir-me e desvendar meus segredos a mim mesma.
Se para ti eu fui uma porta fechada, tu foste uma chave que permitiu abrir-me e desvendar meus segredos a mim mesma.
Se para ti eu fui a prisão, para mim fostes a queda livre, permitiu-me voar sem limites, porém, não impediu o impacto da minha chegada violenta ao chão.
Se para ti eu fui o silêncio, tu foste todas as palavras da noite vazia, todas as estrelas que hoje não existem.
Se para ti eu não passei de um nada, para mim tu fostes tudo.
Larissa Hail
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